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Museu sedia exposição "Revolução Constitucionalista de 32: Revisitando a história"


O Museu Municipal “João Batista Conti” está promovendo a exposição “Revolução Constitucionalista de 32: revisitando a história”. Os interessados podem visitar o museu, localizado na Praça Bento Paes, de terça-feira a domingo, das 11h30 às 17h30.

Recentemente, o Museu Municipal “João Batista Conti”, que já possui um grande acervo sobre a Revolução Constitucionalista de 32, adquirido ao longo dos anos, recebeu mais algumas peças que pertenceram a um dos combatentes, Aristeu Francisco de Paula. “Dessa forma, para comemorar a data de 9 de julho, a Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura e Eventos, decidiu realizar essa exposição temporária sobre o assunto, contendo fotos, documentos, artefatos bélicos, objetos pessoais dos combatentes e objetos usados nas batalhas”, contou a gerente de Folclore e Cultura Popular da Prefeitura e responsável pelo Museu Municipal, Lilian Vogel.

Ela relata que a Revolução Constitucionalista de 1932 foi consequência de um golpe de Estado dado em 1930, quando Getúlio Vargas assumiu o poder. “O Clube Cívico começou então a preparar uma revolta armada logo após a morte dos quatro jovens em maio de 32, na sede da legião revolucionária: Martins, Miragaia, Drauzio e Camargo – originando a sigla do movimento MMDC”, explicou.

Para Lilian Vogel, a exposição é uma excelente oportunidade para as pessoas aprenderem um pouco mais sobre esse importante fato histórico. “Em julho de 1932 estourou o movimento. A força pública e o exército deram apoio integral à revolta, assim como a elite e a classe média. As indústrias paulistas se esforçaram para produzir materiais de guerra e senhoras e jovens costuravam uniformes para os soldados. A população colaborou doando ouro no valor de 6 mil contos de réis. Mas mesmo assim São Paulo foi derrotado. A inferioridade numérica e de material de São Paulo era grande, mesmo com o alistamento de cerca de 200 mil homens. Os equipamentos militares e munições não foram suficientes para equilibrar a inferioridade paulista, inclusive no entrosamento das chefias civil e militar. Por estes motivos, no começo de outubro, os rebeldes se renderam”, relatou.

Segundo a gerente, o município de Atibaia fez parte do sexto distrito, cujo chefe revolucionário foi o Major Sebastião Teodoro Pinto. “Morreram na revolução, quatro atibaianos: Antonio Silveira, Dulcídio Camargo Gonçalves, José Silva e Bento Soares, e eles estão representados na bandeira de Atibaia como as quatro estrelas cinzas. Já a estrela amarela representa o soldado Sebastião Garcia Gimenes, que morreu na Itália em 1939, durante a Segunda Guerra Mundial”, afirmou.

A exposição é aberta ao público e segue até o dia 30 de agosto. Para mais informações os interessados podem ligar para o telefone 4412-7153. Escolas e grupos também podem fazer o agendamento para uma visita monitorada pelo e-mail museu@atibaia.sp.gov.br .
 

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